10 de fev de 2012

MORRI DE RIR!

Belíssimos leitores, esse bog é MUITO MANEIRO: http://soucassiano.blogspot.com/.
É de morrer de rir. A última foi o iluminado Cassiano contando sua "evangelização" no Carnaval.

O Carnaval é coisa do diabo! - As aventuras de Cassiano no Rio de Janeiro

A festa do capiroto está se aproximando. Todo ano o diabo literalmente "samba" na cara de todos os Iluminados nesta época profana, onde homens, mulheres, homosexuais, lésbicas e a Nanny People se entregam às horrendas práticas do pecado.
 
Nanny People vai direto, sem intermediárias, queimar no colo do cramulhão!

É uma profusão de mulheres e "homens" fruta, que caem do pé prontos para serem degustados e apreciados.

Lembro-me que no ano passado estava de viagem no Rio de Janeiro, pois fui convidado para ministrar uma palestra na sexta-feira de carnaval sobre Economia e Finanças (pois sou pós graduação pela Fundação Getúlio Vargas). Preparei uma bela palestra, que durou apenas 7 horas ininterruptas, mas que não foi muito bem recebida pelo meu público que ficava o tempo inteiro olhando para o relógio, certamente porque estavam esperando pela hora certa de ir embora para fornicar. Infelizmente devido a esse motivo, fui pressionado a terminar a palestra mais cedo do que imaginava, o que ocorreu às 21h.

Por volta das 21:30h, comecei a me preparar para voltar do escritório para um luxuoso Hotel que aluguei na Av. Gomes Freire, no Centro da cidade, por indicação de alguns amigos Iluminados. Já não havia mais quase ninguém pelo prédio onde estava e a iluminação dos corredores havia sido parcialmente desligada. Quando estou ajeitando a minha mala de viagem, ouço sons estranhíssimos na escada do andar onde me encontrava. Me aproximei lentamente apenas para saber o que estava acontecendo e foi aí que fui testemunha de um ato de pecado no corrimão da escada. Dois rapazes, seguranças do prédio diante dos meus olhos. Um deles, travestido de Carmen Miranda e o outro de funkeiro.  Ambos estavam  praticando atos libidinosos ao som de algo como "Diguidim Diguidim Diguidim". Eles se ofereceram para pegar na minha mala (não é a de viagem). Nem preciso dizer que na mesma hora eu saquei meu livro sagrado que anda sempre comigo e repreendi a safadeza na mesma hora. Dei uma surra de livro sagrado na cara deles que eles literalmente deitaram na BR. Na mesma hora peguei o elevador e desci rapidamente para não despertar suspeitas nem ser preso por tentativa de agressão, já que o governador desta cidade apóia esse tipo de safadeza. 
Carmen Miranda com funkeiro Diguidim: o mundo está perdido mesmo!

Quando cheguei na Av. Rio Branco, parecia que eu vivenciava um circo dos horrores. Caí no meio de um bloco de carnaval sem querer. Não conseguia andar nas ruas, as pessoas ficavam se esfregando em mim de uma forma muito bizarra ao som de uma música estranha e sem nexo. Odores fétidos de cerveja e suor se misturavam pelo ar. Uma bonita mulher negra, de cabelos curtos, usava uma minúscula calcinha e estava fantasiada com gliter nos mamilos. No meio da multidão, ela fazia estranhos sinais com a língua, e me olhava com jeito profano, buscando pecar comigo. Sei que sou um cara bonito, bem apessoado, praticamente um Chris Duran, mas não se esqueçam que acima de tudo sou um homem iluminado e nem preciso dizer que consegui resistir aos apelos do pecado e afastei-a de mim, empurrando seus peitos com as minhas mãos. Acabou ficando um pouco de glíter na minha roupa que tratei de limpar rapidamente.

Mulher fornicadora: Pra tras de mim, satanás!

Para fugir das ruas movimentadas, tentei pegar alguns atalhos e cheguei à algumas vielas menores, onde me deparei com todo o tipo de prevaricação ao ar livre; como diria minha mãezinha: "Treva pura". Neste momento comecei a lembrar dela, ficou em Osasco sozinha, tendo como única diversão ver os programas vespertinos na TV, e eu aqui nesta cidade que de maravilhosa não tem nada, sendo testemunha dessa profanação que é o carnaval na cidade do Rio de Janeiro. Com muita dificuldade finalmente cheguei ao luxuoso hotel "Eva e Adão" e tomei um banho para relaxar e tirar aquele cheiro de gente pobre  e pecadora de mim. Ao final do banho coloquei a camisa do meu ídolo André Valadão (que eu comprei na internet) e uma calça jeans. Poucos instantes depois, o atendente do hotel, um negro bem alto e forte de nome Rodrigo foi até a porta do meu quarto e perguntou se estava tudo bem comigo e se eu precisava de algo. Ele era bem atencioso e me olhava com olhar enigmático, mas certamente era a satisfação dele em estar diante de um homem Iluminado como eu. Falei que estava apenas sentindo uma leve dor de cabeça, ao que ele se prontificou rapidamente em me trazer um remédio. Sentei na minha cama, ele me ajudou a tirar a camisa e a calça porque segundo ele, a roupa estava muito apertada, prejudicando a circulação sangüínea. Contei pra ele do que tinha acontecido comigo na volta para o hotel, conversávamos animadamente e ele não parava de me observar. Ele sentou do meu lado na cama e me deu um remédio líquido, misturado com água, que ele mesmo preparou, num copo com gelo. Poucos minutos depois simplesmente apaguei, não me lembro de absolutamente mais nada que aconteceu após a ingestão do medicamento.

Av. Gomes Freire, no Rio de Janeiro, famosa por seus luxuosos hotéis.

No dia seguinte eu acordei com muita disposição e alegria. Sentia-me relaxado e novo em folha! O único pequeno incômodo era uma certa ardência na região anal, mas certamente deve ter sido o efeito colateral do remédio. O Rodrigo, o atendente simpático e de olhar expressivo da noite anterior, veio até meu quarto em seguida com um sorriso de orelha a orelha (será que ele ganhou na loteria?), foi muito simpático, me trouxe café na cama, me abraçou forte e disse que eu estava muito bem e que o remédio que ele trouxe realmente era o que eu estava precisando.
No sábado eu saí do hotel "Eva e Adão" e fui à praia porque imaginei que seria um dos poucos lugares mais tranquilos nesta época onde todo mundo se concentra no Sambódromo. Estava eu na zona sul da cidade, também segundo indicações, evangelizando na praia, quando fui atropelado pela Banda de Ipanema.

A banda satânica de Ipanema me atropelou. Alguém anotou a placa?

Saí dali meio desnorteado, com fortes dores de cabeça e voltei novamente ao hotel. Depois de um dia inteiro peregrinando para converter almas perdidas, encontrava-me exaurido. O atendente novamente veio me ajudar e trouxe novo remédio. Ainda bem que tem gente boa neste mundo, não é verdade?

Abraços iluminados!

Esse blog me foi recomendado pela minha irmâ Alice, que não tem o que fazer e acha essas coisas formidáveis.

2 comentários:

Jujuba disse...

Kkkk, vou atualizar sim. Se vier a Belém, me avise!
Beijos aluminados também. Cuidado nesse carnaval para não ser atropelado por algum bloco eou enrabado por algum negão.

Kinha disse...

Adorei a história, rs

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