11 de abr de 2011

Renault Fluence

Eu já tinha visto este carro em fotos e pela TV. Não achei grande coisa, a princípio, mas um dia destes o vi parado num cruzamento e, cara, ele é lindo! Fui me informar um pouco melhor sobre o novato.
O Fluence vem para ocupar na linha da Renault o lugar do Mégane, descontinuado pelo volume de vendas irrisório ante à dupla dinâmica dos sedãs médios: Toyota Corolla e Honda Civic. Para tentar combater a hegemonia estabelecida de longa data, o Fluence conta com motor 2.0 flex de 16 válvulas com comando variável, construído em bloco de alumínio e capaz de produzir 140 cv (o mesmo motor do Sentra) aliado a um câmbio mecânico de seis marchas ou a um bom câmbio automático CVT.


A versão de entrada, Dynamique, custa R$ 59.990,00; a versão intermediária, Elegance, sai por R$ 63.147,00; e a versão topo de linha, Privilege, - equipada com controle de estabilidade e tração, sensor de estacionamento, banco de couro, retrovisores rebatíveis, piloto automático, sistema de som 3D, câmbio CVT, computador de bordo com navegador GPS integrado e tela de 5 pol, além de outros mimos – sai por R$ 75.990,00.


Além do preço amigo o design do carro impressiona, especialmente se visto ao vivo. A frente é proeminente e arredondada o que lhe confere um ar esportivo. Os faróis angulosos e a grade pequena que os separa confirma esta intenção e mantém uma certa relação com a frente do Megane.
De lado notamos uma linha de cintura alta e ascendente, o que confere um ar de robustez e dinamismo ao automóvel. Ela é quase tão alta quanto à do Chrysler 300C. Outro ponto interessante é que o carro é, de fato, um sedã, quer dizer, tem seus três volumes muito bem definidos – coisa rara num segmento que tende a adotar um perfil mais próximo dos cupês.


A traseira talvez seja a parte mais bonita do carro. Lembra um pouco a traseira do Jaguar XKR, pela sua altura e pelo recorte elegante da tampa do porta malas, a qual é parcialmente invadida pelas grandes lanternas em material translúcido e multifacetadas. Outro ponto interessante é a continuidade das linhas do carro. Os vincos se propagam pelas diversas faces do automóvel de forma fluída e natural.


No interior a proposta de linhas fluidas se mantém, sendo que o painel é o mesmo do Mégane europeu. Coisas incomuns como a chave-cartão e a partida por botão ou a saída de ar para os passageiros do banco traseiro tornam o habitáculo inusitado e confortável. É de se destacar o acabamento em dois tons da versão top e a teto solar opcional.
Enfim, parece que o já tumultuado nicho dos sedãs médios vai ficar ainda mais concorrido, o que é ótimo para nós consumidores.

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